segunda-feira, 28 de dezembro de 2009



se há coisa que admiro bastante, é a coragem e se tenho heróis, esses, são os corajosos. Imaginem fazer jornalismo num país africano ou num país asiático, onde se critica o poder instituído, ganho pela força das armas e onde reina um certo temor reverencial não só por parte da clique que está no poder mas por todo o corpo burocrático que lhe está na base e o sustenta e o prolonga... é isso, é preciso tê-los no sítio como se costuma dizer, e não recear, ou pelo menos ter fé em que as represálias (entenda-se, neste caso, a defesa do que não está certo) não sejam nocivas para a saúde e integridade física, pois... estes exemplos são óptimos para reforçar a nossa convicção e respeito por aqueles que dão o corpo ao manifesto e garantem liberdade para todos, que o normal cidadão, regra geral, esquece e ignora o preço ou custo pago. E isto porque prezo muito a liberdade, é um bem preciosíssimo para o homem e para a sua própria realização, aqui fica a minha total e incondicional veneração aos corajosos, que continuem a existir para bem de todos nós.

2 comentários:

Luísa disse...

Também admiro a coragem, Flip, mas só a coragem abnegada e generosa, que se manifesta em benefício de terceiros, na salvação de vidas ou na denúncia ou combate a opressões. A coragem que é necessária para trepar o Everest diz-me muito pouco. :-)

Flip disse...

Luísa,
exactamente o primeiro tipo que referenciou
:-)