quinta-feira, 15 de maio de 2008




Até dá orgulho ser Português!!! !

Num hotel da Suiça para esquiadores havia um cartaz informando as
condições da neve:

- Neuchatel, 12 cm, mole;

- Lausanne, 18 cm , escorregadia;

- Schaffhausen, 15 cm, consistente.


O tuga leu aquilo e escreveu :

Sebastião Silva, 24 cm , rija.
:) ah gande sebastiones
Certa noite uma mulher não voltou para casa.
No dia seguinte, ela disse ao marido que tinha dormido na casa de uma amiga.
O homem telefonou para as 10 melhores amigas da mulher.
Nenhuma sabia de nada.

Certa noite um homem não voltou para casa.
No dia seguinte, ele disse à esposa que tinha dormido na casa de um amigo.
A mulher telefonou para os 10 melhores amigos do marido.
Oito deles confirmaram que ele tinha passado à noite na casa deles e dois disseram que ele ainda estava lá!

um abraço aos amigos :)

quarta-feira, 14 de maio de 2008

"o valor das coisas não está no tempo em que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis"
Fernando Pessoa
A gestão por objectivos

Era uma vez uma aldeia onde viviam dois homens que tinham o mesmo nome:Joaquim Gonçalves. Um era sacerdote e o outro, taxista.
Quis o destino que morressem no mesmo dia. Quando chegaram ao céu, São Pedro esperava-os:
- O teu nome?
- Joaquim Gonçalves.
- És o sacerdote?
- Não, o taxista.

São Pedro consulta as suas notas e diz:

- Bom, ganhaste o paraíso. Levas esta túnica com fios de ouro e este ceptro de platina com incrustações de rubis. Podes entrar.
Retomando a chamada...:
- O teu nome?
- Joaquim Gonçalves.
- És o sacerdote?
- Sim, sou eu mesmo.
- Muito bem, meu filho, ganhaste o paraíso. Levas esta bata de linho e este ceptro de ferro.
O sacerdote diz:
- Desculpe, mas deve haver engano. Eu sou o Joaquim Gonçalves, o sacerdote!
- Sim, meu filho, ganhaste o paraíso. Levas esta bata de linho e...
- Não pode ser! Eu conheço o outro senhor. Era taxista, vivia na minha aldeia e era um desastre! Subia os passeios, batia com o carro todos os dias, conduzia pessimamente e assustava as pessoas. Nunca mudou, apesar das multas e repreensões policiais. E quanto a mim, passei 75 anos pregando todos os domingos na paróquia. Como é que ele recebe a túnica comfios deouro e eu... isto?
- Não é nenhum engano , diz São Pedro. Aqui no céu, estamos a fazer uma gestão mais profissional, como a que vocês fazem lá na Terra.
- Não entendo!
- Eu explico. Agora orientamo-nos por objectivos. É assim: durante os últimos anos, cada vez que tu pregavas, as pessoas dormiam. E cada vez que ele conduzia o táxi, as pessoas começavam a rezar. Resultados! Percebeste? Gestão por Objectivos.

terça-feira, 13 de maio de 2008



A capital continua linda...
A verdadeira felicidade está nas pequenas coisas... um pequeno iate, um pequeno Rolex, uma pequena mansão, uma pequena fortuna!


olhar crítico em OxfordCircus...

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Lorenzo the flying french man



Poesia entre o homem e o cavalo...vale a pena ver (clicka no título)

domingo, 11 de maio de 2008

Pensamento do dia... (profundo)

Eva, és a única mulher da minha vida!
(Adão)


Vanessa Fernandes sagrou-se, ontem, pentacampeã europeia de triatlo de elites, durante os campeonatos que se disputam no Parque das Nações, em Lisboa. Aos 22 anos, a triatleta portuguesa, natural de Perosinho, vê o seu nome inscrito nos anais da história da modalidade, ao bater o recorde do holandês Rob Barel, que conquistou quatro títulos consecutivos entre 1985 e 1988. Parabéns Vanessa e viva o SLB.4ever.

sábado, 10 de maio de 2008



"Os Retornados – Um Amor Nunca se Esquece", de Júlio Magalhães
Outubro, 1975. Quando o avião levantou voo deixando para trás a baía de Luanda, Carlos Jorge tentou a todo o custo controlar a emoção. Em Angola deixava um pedaço de terra e de vida. Acompanhado pela mulher e filhos, partia rumo ao desconhecido. A uma pátria que não era a sua. Joana não ficou indiferente ao drama dos passageiros que sobrelotavam o voo 233. O mais difícil da sua carreira como hospedeira. No meio de tanta tristeza, Joana não conseguia esquecer o olhar firme e decidido de Carlos Jorge. Não percebia porquê, mas aquele homem perturbava-a profundamente. Despertava-a para a dura realidade da descolonização portuguesa e para um novo sentimento que só viria a ser desvendado vinte anos mais tarde. Foram milhares os portugueses que entre 1974 e 1975 fizeram a maior ponte área de que há memória em Portugal. Em Angola, a luta pelo poder dos movimentos independentistas espalhou o terror e a morte por um país outrora considerado a jóia do império português. Naquela espiral de violência, não havia outra solução senão abandonar tudo: emprego, casa, terras, fábricas e amigos de uma vida.
Custou...ainda hoje custa, não só pela vida que deixámos de viver num território que erguemos e que os nossos pais tornaram desenvolvido como pelo futuro daquela que era a nossa terra, agora sim nas mãos de meia dúzia de aburguesados e fieis discipulos dos dólares. Enfim, o que lá vai lá vai, mas doeu e ainda dói...


Em 1974, a revolução do 25 de Abril em Lisboa apanha de surpresa centenas de milhares de portugueses que vivem em Angola. A partir desse dia inicia-se a derrocada imparável de uma sociedade inteira que, tal como um navio a afundar-se, está condenada à destruição e à ruína. Em escassos meses, trezentos mil portugueses são obrigados a largar tudo e a fugir, embarcando numa ponte aérea e marítima que marca o maior êxodo da história deste povo. Para trás ficam as suas casas, os carros e até os animais de estimação. Empresas, fábricas, comércio e fazendas são abandonados enquanto Luanda, a capital da jóia da coroa do império português, é abalada por uma guerra civil que alastra ao resto do território angolano. Três movimentos de libertação, cujos exércitos estavam derrotados a 25 de Abril de 1974, estão novamente activos e combatem entre eles pelo poder deixado vazio pelas Forças Armadas portuguesas. É neste cenário de total desorientação social e de insegurança generalizada que Nuno, um aventureiro que há anos atravessa os céus do sertão angolano no seu avião, Regina e o filho de ambos se movem, numa extraordinária luta para sobreviverem à violência diária, às perseguições políticas, às intrigas e traições que fazem de Luanda uma cidade desesperada. Esta é a história de coragem e abnegação de um casal surpreendido, tal como milhares de outros, num processo de degradação que se deve à recusa do Exército em defender os seus próprios compatriotas a favor de um movimento até há pouco inimigo, ao desinteresse dos políticos, à total incapacidade do governo de Lisboa para impor os termos de um acordo assinado no Alvor e constantemente violado em Angola e à intervenção militar das duas potências mundiais envolvidas numa guerra fria que é combatida por intermédio dos exércitos regionais.
A verdade está a vir ao de cima...a História fará justiça aos que entregaram Angola de mão beijada.

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Filosofando...

"O truque da filosofia é começar por algo tão simples que ninguém ache digno de nota e terminar por algo tão complexo que ninguém entenda."
Bertrand Russell

"A estupidez coloca-se na primeira fila para ser vista; a inteligência coloca-se na rectaguarda para ver."
Bertrand Russell

quarta-feira, 7 de maio de 2008





Bob Geldof sem papas na lingua...



"Geldof acusa regime de Luanda de ser dirigido por criminosos

Organizador de Live Aid criticou tipo de relações entre Europa e África
O activista e músico pop Bob Geldof proferiu ontem em Lisboa duras acusações ao regime de Angola, que apresentou como sendo "gerido por criminosos".

O organizador de acções de solidariedade como o Live Aid e o Live 8, que falava num hotel da capital portuguesa numa conferência sobre "Desenvolvimento Sustentável", afirmou que as "as casas mais ricas do mundo [em construção] na baía de Luanda são mais caras do que em Chelsea e Park Lane", duas das zonas mais exclusivas em Londres. Para concluir que "Angola é gerida por criminosos" que permitem este tipo de disparidades. Uma situação tão ou mais gritante quanto "Angola tem potencial para ser um dos países mais ricos do mundo", concluiu o músico e activista, segundo o relato da agência Lusa.

O facto terá levado o representante diplomático de Angola em Lisboa, embaixador Assunção dos Anjos, a abandonar a sala da conferência organizada pelo Banco Espírito Santo e pelo semanário Expresso, segundo noticiou a Lusa. Todavia, ao final do dia, a agência divulgou uma correcção em que retirava qualquer menção à presença do diplomata angolano no evento. Note-se que a correcção em que se nega a presença e subsequente reacção do embaixador Assunção dos Anjos só surgiu quatro horas após a notícia inicial ter sido disponibilizada para as redacções dos órgãos de informação e quando estes tentavam obter reacções junto dos organizadores e da representação diplomática deste país africano.

Só ao final do dia, a embaixada angolana em Lisboa reagiu às declarações, com um comunicado em que condena as declarações do músico, classificando-as de "manifesta má fé" e reveladora do "desconhecimento do esforço que o Estado angolano tem vindo a fazer para melhorar as condições de vida das populações". A embaixada admite o recurso às "medidas legais (...) apropriadas para repor a verdade dos factos". A nota da representação angolana não faz qualquer referência à presença, ou não, de Assunção dos Anjos no evento.

Também ao final do dia, o BES divulgou um comunicado em que se distancia "formal e inequivocamente" das "afirmações injuriosas" que Geldof "proferiu esta tarde num evento Expresso/BES relativamente ao Estado de Angola", lê-se numa nota aos órgãos de informação.

Na intervenção, Geldof proferiu ainda críticas ao tipo de relacionamento euro-africano e destacou a importância da proximidade entre os dois continentes, e o modo como tudo o que se passa além Mediterrâneo tem repercussões na Europa. "

sexta-feira, 2 de maio de 2008

vou cantarolando...karaokando



"Foi por ela que amanhã me vou embora
ontem mesmo hoje e sempre ainda agora
sempre o mesmo em frente ao mar também me cansa
diz Madrid, Paris, Bruxelas quem me alcança
em Lisboa fica o Tejo a ver navios
dos rossios de guitarras à janela
foi por ela que eu já danço a valsa em pontas
que eu passei das minhas contas foi por ela

Foi por ela que eu me enfeito de agasalhos
em vez daquela manga curta colorida
se vais sair minha nação dos cabeçalhos
ainda a tiritar de frio acometida
mas o calor que era dantes também farta
e esvai-se o tropical sentido na lapela
foi por ela que eu vesti fato e gravata
que o sol até nem me faz falta foi por ela

Foi por ela que eu passo coisas graves
e passei passando as passas dos Algarves
com tanto santo milagreiro todo o ano
foi por milagre que eu até nasci profano
e venho assim como um tritão subindo os rios
que dão forma como um Deus ao rosto dela
foi por ela que eu deixei de ser quem era
sem saber o que me espera foi por ela".

A amiga Daise Godoy, brazuca do Rio, com seu Marcelo.

Teresinha cantando com sotáqui...

Fotógrafos amadores.....um perigo!!!





O meu grande amigo Toni Morais (mano de infância), a esposa e filhos...Saudades. Eric, candengue, vê se mudas para o Benfica...eheheh...Abraço mermãos.
CAPUCHINHO VERMELHO
(Versão Acordo Ortográfico de 2058)

Tás a ver uma dama com um gorro vermelho?
Yah, essa cena!
A pita foi obrigada pela kota dela a ir à toca da velha levar umas cenas, pq a velha tava a bater mal, tázaver? E então disse-lhe:
- Ouve, nem te passes! Népia dessa cena de ires pelo refundido das árvores, que salta-te um meco marado dos cornos para a frente e depois tenho a bófia à cola!
Pá, a pita enfia a carapuça e vai na descontra pela estrada, mas a toca da velha era bué longe, e a pita cagou na cena da kota dela e enfiou-se pelo bosque. Népia de mitra, na boa e tal, curtindo o som do iPod...
É então que, ouve lá, salta um baita dog marado, todo chinado e bué ugly mêmo, que vira-se pa ela e grita:
- Yoo, tá td? Dd tc?
- Tásse... do gueto ali! E tu... tásse? - Disse a pita
- Yah! E atão, q se faz?
- Seca, man! Vou levar o pacote à velha que mora ao fundo da track, que tá kuma moka do camano!
- Marado, marado!... Bute ripar uma até lá?
- Epá, má onda, tázaver? A minha cota não curte dessas cenas e põe-me de pildra se me cata...
- Dasse, a cota não tá aqui, dama! Bute ripar até à casa da tua velha, até te dou avanço, só naquela da curtição. Sem guita ao barulho nem nada.
- Yah prontes, na boa. Vais levar um baile katéte passas!!!
E lá riparam. Só que o dog enfiou-se por um short no meio do mato e chegou à toca da velha na maior, com bué avanço, tázaver? Manda um toque na porta, a velha 'quem é e o camano' e ele 'ah e tal, e não sei quê, que eu sou a pita do gorro vermelho, e na na na...'. A velha abre a porta e PIMBA, o dog papa-a toda... Mas mesmo, abre a bocarra e o camano e até chuchou os dedos...
O mano chega, vai ao móvel da velha, saca uma shirt assim mêmo à velha que a meca tinha lá, mete uns glasses na tromba e enfia-se no VL... o gajo tava bué abichanado mêmo, mas a larica era muita e a pita era à maneira, tásaver?
A pita chega, e tal, e malha na porta da velha.
- Basa aí cá pa dentro! - Grita o dog.
- Yo velhita, tásse?
- Tásse e tal, cuma moca do camâno... mas na boa...
- Toma esta cena, pa mamares-te toda aí...
- Bacano, pa ver se trato esta cena.
- Pá, mica uma cena: pa ké esses baita olhos, man?
- Pá, pa micar melhor a cena, tázaver?
- Yah, yah... E os abanos, bué da bigs, pa ke é?
- Pá, pa poder controlar melhor a cena à volta, tázaver?
- Yah, bacano... e essa cremalheira toda janada e bué big? Pa que é a cena?
- É PA CHINAR ESSE CORPO TODO!!! GRRRRRRRR!!!!
E o dog manda-se à pita, naquela mêmo de a engolir, né? Só que a pita dá-lhe à brava na capoeira e saca um back-kick mesmo directo aos tomates do man e basa porta fora! Vai pela rua aos berros e tal, o dog vem atrás e dá-lhe um ganda-baite, pimba, mêmo nas nalgas, e quando vai pa engolir a gaja aparece um meco daqueles que corta as cenas cum serrote, saca de machado e afinfa-lhe mêmo nos cornos. O dog kinou logo ali, o mano china a belly do dog e saca de lá a velha toda cheia da nhanha. Ina man, e a malta a gregoriar-se toda!!!
E prontes, já tá...

(Autor desconhecido)mas a quem presto a minha homenagem...
"Existem apenas duas maneiras de ver a vida.

Uma é pensar que não existem milagres

e a outra é que tudo é um milagre."

(Albert Einstein)

quinta-feira, 1 de maio de 2008




A Toyota vai lançar o IQ que certamente vai rivalizar como SMART.
O Concept Car iQ é uma revolução urbana, repensa o conceito de transporte urbano responsável para um passo em frente rumo a um futuro sustentável.
O exterior radicalmente compacto apresenta um comprimento abaixo dos três metros, o que representa cerca de 0,5m menos que um AYGO e 0,75m inferior a um Yaris. A colocação das rodas nos cantos da carroçaria confere ao Concept Car iQ um comportamento dinâmico e seguro. Tal também maximiza o espaço interior. Esta combinação é perfeita para quem quer aproveitar os lugares de estacionamento com pouco espaço, mas não dispensa um interior espaçoso.
A versátil disposição interna permite que a configuração básica de dois lugares seja rapidamente convertida em quatro lugares ou três lugares com adicional espaço para bagagens. O tejadilho panorâmico permite que a viatura receba luz solar para o seu interior, acentuando a sensação de espaço proporcionada pelo Concept Car iQ.
A avançada tecnologia permite integrar um ultra-compacto sistema de climatização e a consola de comandos dentro do painel de instrumentos. Mostradores a três dimensões estão visíveis acima da consola, enquanto que os comandos audio e de navegação estão incorporados no volante, com informações do GPS projectadas no pára-brisas.
Gostei...