segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

é preciso muito cuidado com as falsidades, as falsificações e os falsos pregadores, oradores e outros tantos que tais, abri os olhos e duvidai, duvidai sempre

sábado, 31 de dezembro de 2016

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

"Uma árvore em flor fica despida no outono. A beleza transforma-se em feiúra, a juventude em velhice e o erro em virtude. Nada fica sempre igual e nada existe realmente. Portanto, as aparências e o vazio existem simultaneamente."
Dalai Lama

terça-feira, 18 de outubro de 2016

a alma procura o melhor e instala-se, a casa do bem é a sua residência

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

alguma coerência do sábio que deitou cá para fora estas conclusões e que nos sucita melhor atitude

terça-feira, 13 de setembro de 2016

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

“Noto com desagrado que se tem desenvolvido muito em Portugal uma modalidade desportiva que julgara ter caído em desuso depois da revolução de Abril. Situa-se na área da ginástica corporal e envolve complexos exercícios contorcionistas em que cada jogador procura, por todos os meios ao seu alcance, correr e prostrar-se de forma a lamber o cu de um jogador mais poderoso do que ele.
Este cu pode ser o cu de um superior hierárquico, de um ministro, de um agente da polícia ou de um artista. O objectivo do jogo é identificá-los, lambê-los e recolher os respectivos prémios. Os prémios podem ser em dinheiro, em promoção profissional ou em permuta. À medida que vai lambendo os cus, vai ascendendo ou descendendo na hierarquia.
Antes do 25 de Abril esta modalidade era mais rudimentar. Era praticada por amadores, muitos em idade escolar, e conhecida prosaicamente como «engraxanço».
Os chefes de repartição engraxavam os chefes de serviço, os alunos engraxavam os professores, os jornalistas engraxavam os ministros, as donas de casa engraxavam os médicos da caixa, etc. ..
Mesmo assim, eram raros os portugueses com feitio para passar graxa. Havia poucos engraxadores. Diga-se porém, em abono da verdade, que os poucos que havia engraxavam imenso. Nesse tempo, «engraxar» era uma actividade socialmente menosprezada.
O menino que engraxasse a professora tinha de enfrentar depois o escárnio da turma. O colunista que tecesse um grande elogio ao Presidente do Conselho era ostracizado pelos colegas. Ninguém gostava de um engraxador.
Hoje tudo isso mudou. O engraxanço evoluiu ao ponto de tornar-se irreconhecível. Foi-se subindo na escala de subserviência, dos sapatos até ao cu.
O engraxador foi promovido a lambe-botas e o lambe-botas a lambe-cu.
Não é preciso realçar a diferença, em termos de subordinação hierárquica e flexibilidade de movimentos, entre engraxar uns sapatos e lamber um cu.
Para fazer face à crescente popularidade do desporto, importaram-se dos Estados Unidos, campeão do mundo na modalidade, as regras e os estatutos da American Federation of Ass-licking and Brown-nosing. Os praticantes portugueses puderam assim esquecer os tempos amadores do engraxanço e aperfeiçoarem-se no desenvolvimento profissional do Culambismo.
(…) Tudo isto teria graça se os culambistas portugueses fossem tão mal tratados e sucedidos como os engraxadores de outrora. O pior é que a nossa sociedade não só aceita o culambismo como forma prática de subir na vida, como começa a exigi-lo como habilitação profissional.
O culambismo compensa. Sobreviver sem um mínimo de conhecimentos de culambismo é hoje tão difícil como vencer na vida sem saber falar inglês.”
Miguel Esteves Cardoso, in “Último Volume”
infelizmente na  sociedade portuguesa (e noutras...) o culambismo é prática habitual, um nojo, diga-se, e nojentos os seus autores.

segunda-feira, 4 de julho de 2016

a liberdade de expressão é um dos melhores bens que um sistema democrático pode instituir numa sociedade. Em todo o caso, como em tudo na vida, os abusos dessa liberdade muitas vezes colidem com direitos individuais, como é o caso da reserva da intimidade privada. Alguns media, bastas vezes, violam e devassam a vida privada das pessoas, pondo a nu factos e circunstâncias que nada beneficiam a sociedade, caso das revistas cor de rosa (autênticos pasquins). Porém, quando desta intromissão são revelados factos com o maior significado para a sociedade, veja-se o caso das fugas de capital para as offshores, então aqui predomina o interesse público e prevalece a liberdade de informação. Matéria muito interessante e que só num sistema democrático adulto produz efeitos, a liberdade é um dos bens de maior valor para os cidadãos.

terça-feira, 3 de maio de 2016

sexta-feira, 1 de abril de 2016

e de tantas tantas outras coisas...

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

uma verdade, áfrica é inesquecível, e quando alguém nasceu em áfrica e viveu intensamente aquela terra, fica marcado para sempre, torna-se uma pessoa diferente, a noção de espaço e tempo transformam o seu conceito de dimensão e aprecia-se melhor as vinte e quatro horas do dia, tornamo-nos mais humanos, mais sensíveis, melhores para com o nosso semelhante e para com a natureza, e o convívio com os povos ali residentes há muito tempo faz-nos apreciar a simplicidade das coisas e como descomplicar a própria vida, um sorriso nos lábios e o nosso dia pode ficar mais fácil, mais agradável, para nós e para quem nos rodeia.

domingo, 27 de dezembro de 2015

domingo, 13 de dezembro de 2015

e de muitas outras coisas, boas, pois as que não são boas não merecem preencher os nossos dias, destinam-se ao baú do lixo

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

e a propósito das pessoas más, a vida realmente vai-nos ensinando que até aquelas que conhecemos na infância e que julgávamos amigas, se revelam, afinal, premeditadamente, pessoas sem escrúpulos, gananciosas, egoístas, sem educação e formação, no fundo, acabamos por concluir que este tipo de gente nos iludiu e se trata ou sempre se tratou de gentinha baixa, miserável, pequenina, falsa, carregadas de segundas intenções no contacto que estabelecem connosco, que a sua amizade, afinal, visa o proveito próprio e o benefício monetário que podem extrair de nós, enfim, lições que a vida nos vai proporcionando no contacto com estes seres desprezíveis que não merecem nem um segundo da nossa atenção, mas que, para que conste, permanecerão para sempre no nosso caixote do lixo.

sábado, 14 de novembro de 2015

mais um atentado dos terroristas islâmicos em Paris, matando civis, pessoas indefesas, cidadãos livres. Há que acabar com esta cambada, estes bárbaros, fazê-los pagar pelos crimes que cometeram, a civilização não pode deixar que isto continue, têm que fechar fronteiras, devolver aos países de origem os cidadãos que procuram a europa para praticar o mal e correr com todos os fiéis do islão dos países civilizados, chega! Ça suffit! that´s enough!

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Para vos dizer que escrevi este livrinho e que fala um pouco sobre pelo que passei no passado, um facto que me marcou e a muitos outros seres humanos que víamos Angola como a nossa terra mas que, gente imbecil e vendida a falsos ideais, malabaristas políticos sem escrúpulos, entregaram aquela terra a outro bando político que dela se aproveita e que desbarata a seu favor as riquezas que ela contém, deixando o povo na miséria, no fundo, sou um espoliado material e moral, vítima de políticos nauseabundos e vermes sem pudor. Um lamento e um grito que não podia deixar de dar.
À venda na Artelogy e também sob encomenda na Bertrand, Porto Editora e Almedina.

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Pintarola...em grande estilo, comme il faut !

quarta-feira, 22 de julho de 2015

sexta-feira, 26 de junho de 2015

quinta-feira, 28 de maio de 2015

quarta-feira, 27 de maio de 2015

...que estou de passagem, aprendendo e enriquecendo o meu ser, fazendo o bem, partilhando alegrias e tristezas (felizmente poucas), conhecendo os outros e, especialmente, a obra de Deus.

sexta-feira, 20 de março de 2015

quarta-feira, 11 de março de 2015

e falando em Poder, hoje ascendem ao poder tantos estúpidos que dá dó, e o mais grave é que existem pessoas que votam nos estúpidos, serão estes últimos também estúpidos? Pois...devem ser, mas depois pagamos todos as favas, ser regidos por estúpidos não é nada facil....Apenas me assusta a privação da privacidade se nos metemos nos jogos políticos, e eu prezo muito a minha privacidade, sinónimo de liberdade e independência...mas o preço a pagar pela estupidez dos estúpidos não é fácil de engolir.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Feliz ano novo, muita saúde, paz, e tudo de bom, um abraço aqui do Blog.