quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Do que esta malta se lembra...ele há cada uma...até fico tonto




Húngaros criam programa capaz de «entender» latidos de cães

Pesquisadores da Universidade de Eotvos Lorand (Hungria) acabam de desenvolver um programa de informática capaz de estudar a comunicação sonora entre os animais

O programa, segundo informa o estudo publicado na revista Animal Cognition, pode compreender, por exemplo, o que «dizem» os cães, classificando cada tipo de latido dependendo da situação.

Os pesquisadores húngaros queriam testar a capacidade de um algoritmo em identificar e diferenciar características acústico-sonoras de latidos diversos, em contextos variados e para cada animal.

O programa analisou mais de 6 mil latidos de 14 cães (pastores húngaros), em seis situações distintas: «desconhecido», «luta», «caminho», «bola», «brincadeira» e «sozinho».

Os sons foram captados e registrados em fitas, e logo transferidos digitalmente para um computador, quando cada latido foi relacionado a um código.

O programa classificou correctamente os vários latidos, segundo cada situação, em 43% dos casos. A melhor taxa de reconhecimento deu-se no contexto de luta ou frente a desconhecidos, enquanto a pior taxa ficou reservada às situações de brincadeira.

Já a percentagem de acerto quanto ao reconhecimento de cada cão foi de 52%. O programa conseguiu, portanto, distinguir com segurança os diversos animais, diferentemente dos seres humanos.

«Isto abre novas perspectivas quanto à compreensão da comunicação animal; uma máquina avançada deste tipo pode ser muito útil aos etólogos [estudiosos do comportamento social e individual dos animais]», afirma o grupo. SOL com agências

Depois de ler esta notícia dou comigo a pensar sobre o assunto. Só espero que o meu cão não se lembre de começar a pedir-me coisas...tipo trazer-lhe todos os dias a Playdoggy ou a Lassie in underwear ou o último número da Top Lingerie for Lassie and friends...enfim, até sou capaz de lhe trazer, vou esperar... :)

A Charlize Theron, essa deusa, deixou-me triste e perplexo...



Charlize Theron convidada a visitar capital húngara para deixar de a confundir com Istambul

As autoridades de Budapeste anunciaram hoje que convidaram a actriz sul-africana Charlize Theron a visitar a cidade para que deixe de confundir a capital turca com a capital húngara

Isto porquê? Porque há dias, Theron fez declarações à imprensa no seguimento da sua visita a um festival de cinema em Istambul, afirmando que havia «gostado muito da Turquia e da sua capital, Budapeste».

A actriz, vencedora de um Óscar, acrescentou ainda que teve oportunidade de realizar uma viagem em automóvel por Budapeste e conhecer assim a capital turca.

Agora, a câmara municipal de Budapeste decidiu convidar a actriz a visitar a cidade, para ter a oportunidade de conhecer a capital húngara e os seus valores culturais e arquitectónicos.

«Para que descubra os locais mais conhecidos, iremos levá-la às termas de Rudas, que conserva as marcas da cultura turca», disse o vice-presidente de Budapeste, Imre Ikvai-Szabó.

Na sua carta, Ikvai-Szabó agradeceu à actriz por «ter elogiado Budapeste por engano» e expressou a sua esperança de que Theron, «depois de passar um fim-de-semana na cidade, a elogie por todo o mundo». Lusa / SOL

É sabido que a instrução dos americanos deixa muito a desejar. Quase todos nós, europeus, temos a convicção de que eles só olham para o próprio umbigo, isto é, só se preocupam em saber alguma coisa (talvez muito pouco) sobre o seu país, julgando-se, até, o centro do mundo. Basta ver aquelas entrevistas de rua promovidas pelo Jay Leno, no Tonight Show, para ficar de boca aberta com a profunda ignorância daqueles habitantes da américa do norte. Mas a Charlize, sul-africana, linda pra caramba, faz-nos esta desfeita? Realmente, a beleza física não basta para cativares a malta ó Charlize...E já agora aceita o convite, aproveita,leva também uma televisão contigo e promove um programa para os eua saberem que há mais vida para além do Michigan, ou de New York, talvez mesmo Chicago....Santa ignorânciaaaaa....Gee, I'm so disappointed!!!!

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

Ron Mueck...um escultor soberbo, hiperrealista e que trabalha na Grã-Bretanha



Ron Mueck impressiona-nos com a crueza das suas esculturas, ao mesmo tempo que nos maravilha com a sua perfeição e realidade.

Gostei deste artigo do Joaquim Jorge (jornalista do Meia-Hora, hoje)....Às vezes até parece que nos tiram as palavras da boca...

JOAQUIMJORGE
clubedospensadores.blogspot.com

O sistema político está esgotado e a crise vai acentuar-se com as novas leis para eleições autárquicas e legislativas exercendo efeitos muito perniciosos na vida pública. A vida interna dos partidos tem de ser alterada e não pode estar à mercê
de: pagamento de quotas; procedimentos eleitorais; formas de militância; listas;
sindicatos de voto; democracia interna; tráfico de influências; promiscuidades várias;etc. Funcionam como empresas,em que o secretariado nacional é a administração, a comissão política a direcção e a comissão nacional os cargos intermédios,finalmente os militantes de base são os trabalhadores.
O país está cansado dos mesmos políticos e eles não têm ou não querem ter consciência
disso.
Não é alterando as leis eleitorais que se renova a democracia quer local quer nacional. As pessoas querem caras novas e a alternativa é renovar os rostos daqueles
que estão à frente de projectos políticos. O sistema político não permite a renovação dos partidos, a sadia e salutar crítica e contraditório, fomentando alternâncias e alternativas.
Esta oligarquia partidária tem de ser alterada, a indiferença grassa, a naturalização
do inevitável e impossibilidade de modificar este estado de coisas terá consequências
nefastas no futuro das novas gerações. A política é vista como algo sujo e promíscuo
com a retórica de dizer uma coisa e fazer outra.
A culpa é nossa, devíamos ser um povo mais culto e ter mais cuidado nas escolhas
que fazemos quer nos partidos quer nos governos, e o grau de exigência fosse o
devido e não o mal menor.
Fundador do Clube dos Pensadores

Caro Joaquim Jorge, é por isto e por outras mais razões, que chegamos à conclusão que o melhor é deixá-los cair por si mesmos. É que já todos vimos o que a "casa" gasta, só "eles" é que não. São teimosos hein??!!!!

Meia-Hora - uma boa surpresa, tem-se revelado um jornal oportuno, jornal diário e dos chamados gratuitos, mas preciso e concizo.Eu diria até, com sizo. Que ninguém o confunda, por isso, com qualquer pasquim.


http://jpn.icicom.up.pt/2007/05/30/meia_hora_sera_o_primeiro_jornal_gratuito_de_referencia_em_portugal.html

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

Livraria Lello: a 3ª mais bela do Mundooooooo....um orgulho carago!!!!

O jornal The Guardian chama 'divina' à casa livreira do Porto
A centenária Livraria Lello, no Porto, é considerada a terceira mais bela do mundo pelo The Guardian. O jornal inglês chama-lhe "divina", mas quem aparece no topo da lista é uma antiga igreja de Maastricht, Holanda, transformada na casa dos livros.

"É um motivo de orgulho para os portugueses, e aumenta as nossas responsabilidades", diz Antero Braga, proprietário da Lello, depois de saber que a sua livraria é uma referência a nível mundial. No entanto, o terceiro lugar sabe a pouco: construída de raiz, refere, não conhece nenhuma tão bonita.

Das muitas casas livreiras que conhece, Antero Braga destaca duas que se aproximam da "divina" Lello. El Ateneo, em Buenos Aires - que The Guardian põe em segundo lugar -, e a Rizzoli, em Nova Iorque. A livraria argentina, contudo, "é um antigo teatro" agora habitado pelos livros, e a Rizzoli, instalada num edifício de arte nova, "é mais pequena" do que a livraria da Rua das Carmelitas, frente à Torre dos Clérigos.

Fundada em 1906, com a presença no dia de abertura de, entre outros, Guerra Junqueiro, José Leite de Vasconcelos e Afonso Costa, a Livraria Lello, que se estende por dois andares, mantém a traça original. O edifício, projectado por Xavier Esteves, foi construído de raiz em estilo neogótico. Surpreende, a quem ali entra, a escadaria circular, as enormes estantes iluminadas pela suave luz da clarabóia. Pelas estantes e bancas existem cerca de "120 mil títulos diferentes". E em várias línguas, sublinha Antero Braga, porque parte substancial dos clientes da casa chega do estrangeiro.

A pensar nos turistas, que têm a Lello como lugar de passagem no roteiro do Porto, "temos obras traduzidas, em várias línguas, de escritores portugueses". Ao contrário das outras casas, ainda graças ao público internacional, a Lello não apresenta quebra de vendas durante os meses de Verão.

É com pequenos pormenores, diz Antero Braga, que uma livraria tradicional resiste à concorrência das grandes superfícies e dos grandes grupos livreiros. "Temos clientes em Lisboa, no Algarve, Brasil, etc., porque aqui encontram sempre a obra" que procuram. "Nunca dizemos que o livro está esgotado, não há de momento - mas o cliente tê-lo-á nas mãos dentro de dias."

Para ver a livraria é só clickar no título e dar uma volta de 360º. Uma maravilha que nos deixa orgulhosos do nosso património.Parabéns Lello.

E os Paquistaneses no nosso país recusam ser associados ao terrorismo...Ainda bem, ainda bem

A notícia surge hoje no DN. Os paquistaneses que cá residem entre nós, "Criticam os terroristas e defendem que os atentados nada têm a ver com a religião muçulmana, mas acabam por desvalorizar as informações dos serviços espanhóis. "Não acreditamos que isso possa acontecer em Portugal. O islão não gosta disso e quem faz isso é por dinheiro", diz o imã Amjad, responsável pela mesquita. É também a recusa em associar o Alcorão a práticas terroristas que leva o xeque Munir, líder religioso da comunidade islâmica em Portugal, a não comentar as notícias sobre os 14 detidos em Barcelona presumivelmente por estarem envolvidos na preparação de um atentado. "Nada tem a ver com a religião", justifica.
Muito bem, então portem-se bem, insiram-se na sociedade portuguesa, respeitem as nossas leis, costumes e tradições, observem procedimentos educados e civilizados. Caso contrário, o SEf está mandatado pelos portugueses para vos solicitar o favor de abandonarem o mais urgente possível o nosso jardim à beira-amr plantado. E não voltem...
Mais pormenores no DN de hoje...


Para a posteridade....

Brincando com coisas sérias...mas fica a piada, vale a pena

O Garfield até tem razão....

E a última moda em sapatinho de senhora prá chuva??? Um requinte...



Dá um outro andar...e há em várias cores. Essencialmente, inovação...

Ainda sobre anúncios...este é mesmo mauzinho...



Com prazer??? No mínimo, mórbido...mas curioso também... :)

Anúncio estapafúrdio....



Perante este anúncio, alguém sabe a razão para que é o (M/F)????. Mulheres de limpeza M/F? Hmmmm...dúbio, muito dúbio e curioso ao mesmo tempo...

domingo, 20 de janeiro de 2008

Linces em Portugal no próximo ano...excelente novidade



É dos animais que mais aprecio. Hoje, no DN, a seguinte notícia:
A última vez que se viu um lince em Portugal foi em 1992, na serra da Malcata. Uma década mais tarde, a bióloga Margarida Santos-Reis, da Faculdade de Ciências de Lisboa, confirmou a sua presença na margem portuguesa do Guadiana, mas de forma indirecta: através da análise de ADN a excrementos. Depois, mais nada. Mas após anos de impasse quanto a uma estratégia ibérica para salvar a espécie da extinção, as coisas parecem estar finalmente a mudar.

Espanha iniciou um programa de reprodução em cativeiro em 2005, que está a dar bons frutos. E Portugal tomará o mesmo caminho no próximo ano, graças a um acordo firmado no ano passado entre os dois países. A construção do futuro centro nacional para reprodução de linces em cativeiro, em Silves, no Algarve, "foi adjudicada em Dezembro", disse ao DN a vice-presidente do Instituto da Conservação da Natureza e Biodiversidade (ICNB), Lurdes Carvalho. O centro ficará terminado daqui a um ano e começará a receber linces adultos para reprodução, cedidos por Espanha ao abrigo de um protocolo já firmado, "durante o próximo ano", adiantou a responsável.

Com capacidade para receber um total de 16 animais, o centro de reprodução de linces de Silves integrará a rede ibérica. Espanha dispõe já de dois, um em Doñana e outro em Jáenz, e prepara-se para abrir outros dois em Castella-La Mancha e Extremadura. Paralelamente, há projectos de recuperação das populações de coelho, principal presa do lince, dizimadas por doenças. Os felinos nascidos em cativeiro poderão começar a ser libertados entre cinco e dez anos após o início do programa de reprodução: entre 2015 e 2019, em Portugal. A Malcata, preparada nesse sentido, é um dos locais para isso.

sábado, 19 de janeiro de 2008

O computador mais fino do mundo



Mac World 2008, o grande evento anual da empresa em que o momento mais esperado é o discurso do patrão Steve Jobs, é sempre quando são anunciadas as grandes novidades.
Jobs tinha várias. A sua loja de música online, o iTunes, já vendeu mais de quatro mil milhões de faixas e revolucionou o mercado. Agora quer fazer o mesmo com os filmes.
As vendas online não estão a correr bem, vai passar a alugar. Não é novo no mercado norte-americano, mas os filmes poderão ser vistos em Mac, em PC e nos famosos iPod, com a força da loja iTunes e com a facilidade de uso que faz parte da imagem da marca.
Jobs anunciou também algumas melhorias ao seu sistema de iTV para ver filmes e no Iphone e iTouch.
Em termos de impacto futuro o aluguer de filmes foi a maior novidade, ofuscada pela surpresa que guardou para o fim.
O momento mágico do costume surgiu quando Jobs pegou num envelope comercial, reinava o silêncio na sala. Retirou do interior o computador mais fino do mundo, tem entre 4 milímetros e 1,9 centímetros.
Tem um disco pequeno de 80 Gb e não tem leitor de DVD, que pode ser comprado à parte. É uma máquina feita para a mobilidade sem comprometer o tamanho do teclado e do ecrã.
Jobs sabe fazer estas coisas, mais do que um grande computador, fez um computador apetecível e fácil de usar, pesa só 1,3 kg e tem tecnologia que permite apenas com os dedos rodar fotografias, aproximar e afastar as imagens.
Como não tem grande capacidade, a Apple anunciou também uma cápsula do tempo, uma pequena caixa que pode guardar conteúdos e fazer cópias de segurança mesmo sem fios. Vai funcionar para Mac e Windows.
Na prática é um Airport Extrem, um router sem fios, com um disco de 500 Gb ou de 1 Tera que permite fazer backups sem fios de vários Mac ao mesmo tempo usando o programa Time Machine incluído no sistema operativo Leopard.
Mesmo assim, desta vez Steve Jobs não conseguiu o espanto que todos esperam a cada um dos seus discursos na Mac World; quase tudo o que disse era mais ou menos esperado. São melhorias, correcções de percurso numa marcha segura em que a Apple vai conseguindo uma fatia cada vez maior no mercado dos computadores, dos telefones, da música e agora possivelmente dos filmes.

Notícia Sic Online

O que fazer para soltar uma gargalhadazinha maquiavélica...



É só seguir estes pequenos passos

1. Criar um ficheiro qualquer (word, excel);
2. Guardá-lo com o nome 'Sócrates';
3. Enviá-lo para a reciclagem;
4. Clickar em 'Esvaziar Reciclagem'
5. Aparece uma mensagem de confirmação no ecrã, com a seguinte pergunta:'Deseja eliminar 'Sócrates'?'
6. Responder/Clickar: 'SIM'.

Não serve de nada, mas alegra o dia...

Porque é dos POUCOS politicos que ainda me merece "o benefício da dúvida" e porque foi frontal...aqui fica a entrevista ao "SOL" de Manuel Alegre.

"Manuel Alegre classifica política de Saúde do Governo de «erro colossal» e «estapafúrdia»
O ex-candidato presidencial independente e deputado socialista, Manuel Alegre, teceu hoje críticas demolidoras à reforma dos serviços de saúde, considerando que se trata de um «erro colossal» e de uma política «estapafúrdia» do actual Governo.
«As pessoas vão passar a nascer em casa ou a morrer em casa, para além daqueles que já andam a nascer pelo caminho», ironizou, ao abordar numa entrevista à jornalista Flor Pedroso, da Antena 1 - que vai para o ar ao 12h00 horas - a desertificação dos serviços públicos no interior.

Manuel Alegre confirmou que vai assinar uma petição em defesa do Serviço Nacional de Saúde (SNS), liderada pelo histórico do PS, António Arnaut, e que junta, entre outros, elementos do Bloco de Esquerda e do PCP.

«A esquerda moderna deve reforçar o Estado social e não desmantelar o Estado social», declarou, sublinhando que, no poder, esta deveria garantir o reforço e viabilidade do SNS.

«Estaria a mentir se dissesse que me reconheço (no actual Governo). Não, não me reconheço», afirmou.

«Parece que é isto que se está a fazer (desmantelar)», disse, acrescentando «não compreender esta política, não só das taxas moderadoras para tratamentos e cirurgias (uma dupla tributação), como a extinção de urgências e de Serviços de Atendimento Permanente e o encerramento de maternidades em zonas do interior, seja qual for a fundamentação técnica».

«Isso é um erro colossal, porque as pessoas se sentem desprotegidas e abandonadas pelo Estado, sobretudo em regiões do país onde não há mais nada», declarou.

«Se tiram os serviços públicos do interior, as pessoas sentem-se abandonadas e desprotegidas, não foram criadas alternativas, as coisas não foram explicadas e é tudo feito por atacado», afirmou.

Alegre defendeu que estas medidas estão a «criar uma revolta muito grande» na população, porque os portugueses precisam de um «bom Serviço nacional de Saúde».

«Eu já avisei que isto é perigoso», salientou, lembrando que até Jerónimo de Sousa foi «levado em ombros» na Anadia.

«Se aparece uma Maria da Fonte, de saias ou de calças, arranja uma fronda popular, e isso pode pôr em causa um certo consenso nacional sobre a própria democracia», sublinhou.

«As condições de vida das pessoas não melhoraram no interior e de repente tiram-lhes os serviços de saúde. As pessoas ficam aflitas», disse, sublinhando que isso «desgraça» a base social do PS e a confiança na democracia.

Apesar do ministro da Saúde, Correia de Campo, ter sido seu colega em Coimbra e ser seu amigo, Alegre considerou que a sua política é «estapafúrdia».

Alegre reconheceu que o «Governo tem legitimidade democrática, porque ganhou com maioria absoluta», mas considerou que «os portugueses não se dão bem com as maiorias absolutas, sobretudo aqueles que governam e perdem um bocado a cabeça com as maiorias absolutas», sublinhou.

Inquirido sobre se se revia na prática do PS, afirmou que este partido «não o representa totalmente».

Alegre assume-se como uma das «referências» do seu partido, porque teve com ele socialistas de todo o lado na eleição presidencial e diz que «fracturou e muito» o eleitorado do Partido Socialista nessa contenda eleitoral.

Questionado novamente sobre se se revia na prática governativa do PS, respondeu: «Acho que não. Representa numas coisas e noutras não representa», esclareceu, destacando pela negativa «a destruição do Serviço nacional de Saúde», área onde diz que o Governo «não o representa com certeza».

«Mas houve coisas boas e que ficam», afirmou, destacando a interrupção voluntária da gravidez (IVG), a Lei da Paridade, e a Procriação Médica Assistida.

Alegre destacou também a forma como foi exercida a presidência portuguesa da União europeia, nomeadamente a realização das cimeiras da UE com o Brasil e com África, e a assinatura do Tratado de Lisboa, apesar de ter herdado o trabalho da Alemanha, o que conferiu a Portugal um desempenho global mesmo sendo um país pequeno.

O deputado socialista, que esteve ausente esta semana do Parlamento por razões de saúde, disse na longa entrevista à Antena 1 que teria «votado contra» a moção de censura ao governo.

Alegre disse ser favorável ao referendo ao Tratado de Lisboa, mas reconheceu que essa forma de ratificação seria provavelmente «muito difícil».

O deputado socialista realçou a questão do «respeito pela palavra dada» e disse que se houvesse referendo isso teria sido «uma lição para os dirigentes europeus que tem medo de consultar os seus povos».

«Há uma crise profunda», reconheceu, referindo-se ao socialismo na Europa.

«Sócrates fez coisas que outros socialistas não foram capazes de fazer», disse referindo-se aos aspectos positivos da acção do governo que mostram «independência» em relação ao conservadorismo da sociedade portuguesa e a uma abertura sobre certos valores da esquerda, só que para Alegre, «a esquerda não acaba aí»."

Lusa/SOL

sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

Lá se vai mais uma pérola dos bifes....




A provável venda da Jaguar e da Land Rover à indiana Tata pode transformar-se no último golpe ao orgulho dos britânicos, que perderam para empresas estrangeiras algumas das marcas míticas, como a Rolls Royce e a Bentley que foram comprados pelos alemăes da BMW; os chineses adquiriram a falida Rover; o famoso molho Houses of Parliament, que faz parte do quotidiano desde 1937, passou a ser produzido na Holanda, pela americana Heinz; o museu Madame Tussaud's foi comprado por um consórcio de empresas do Dubai; o magnata australo-americano Robert Murdoch detém o controlo, entre outros jornais, do The Times; o egípcio Mohamed Al Fayed é dono dos armazéns Harrods; o Liverpool, o Manchester United e o Chelsea săo alguns dos mais tradicionais clubes que perderam o selo de exclusividade britânica. E a lista podia continuar por aí fora.A última das grandes marcas britânicas a poder mudar de dono é a Jaguar. Diga-se, antes de mais, que a construtora de carros de luxo fora comprada em 1990 pela americana Ford. Mas só agora, perante a possibilidade da aquisiçăo pela indiana Tata, por mais de dois mil milhőes de dólares (cerca de 1,34 mil milhőes de euros), segundo o Wall Street Journal, se fazem ouvir as vozes de críticos e, particularmente, dos revendedores nos Estados Unidos, que consideram a venda perigosa para a imagem da Jaguar. A Ford confirmou, a 1 de Janeiro, que a melhor proposta pela Jaguar e Land Rover foi apresentada pelos indianos. E os sindicatos aprovam o negócio.
O comércio mundial vai mudando de figura, ao sabor do capital e de quem o detém.
Quanto a mim, se me sair o €uromilhões, compro um...ou escolho antes o Aston Martin? Hmmm...como hoje é sexta-feira e daqui a pouco as bolinhas da sorte vão sair, vou pensando no assunto :)

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

Porque a deputada do BE, Helena Pinto, tem razão no teor do seu artigo no Meia-Hora de hoje, aqui fica o apoio deste modesto eleitor



OS GOVERNANTES TÊM DE SER RESPONSABILIZADOS PELAS PROMESSAS

"José Sócrates prometeu não aumentar os impostos e aumentou o IVA.
Prometeu criar 150 mil postos de trabalho e a taxa de desemprego não pára de
subir. Prometeu referendar o tratado europeu e meteu-o na gaveta.Os governantes
têm de ser responsabilizados pelas promessas que fazem.
É a seriedade política que está emjogo.No espaço de três anos é a segunda vez que um
primeiro-ministro português troca o compromisso assumido com os portugueses pelos
interesses de Bruxelas. Durão Barroso, mal lhe acenaram com um emprego mais simpático,entregou os destinos do país a Santana Lopes. José Sócrates, que na campanha dizia confiar na maturidade política dos portugueses, trocou a palavra dada pelas promessas assumidas com os outros líderes europeus.
O Tratado de Lisboa nasceu do compromisso dos governantes europeus em avançarem com a flexigurança e a diminuição dos direitos dos trabalhadores nas costas dos eleitores.
A Europa de Bruxelas tem medo dos cidadãos. De resto, há mais de 20 anos que Portugal faz parte da União Europeia e os portugueses nunca puderam dizer o que
pensam sobre a construção europeia. A Europa precisa de mais Europa. Com políticas
internacionais de protecção social, investigação, transportes ou respeito pelo ambiente. Respeitando os cidadãos e confiando na sua decisão. Referendar o futuro da União, mantendo a palavra assumida por todos os partidos, é a garantia mínima de seriedade na política.O caminho seguido pelo Governo, faltando a mais uma promessa, demonstra que tem medo da democracia e que não confia nos eleitores."

Helena, subscrevo, com a devida vénia o teor do seu artigo. Clap clap clap senhora deputada.

Já agora, para quem quiser mudar o visual da Mona Lisa, aqui fica o link para o efeito...

Mona Lisa...afinal já sabemos quem é a mocinha...estou muito mais descansado




Análise a notas escritas de 1503 permitem confirmar que a serena figura
feminina representada no famoso óleo de Leonardo da Vinci é Lisa del Giocondo.

Depois de décadas de teorias e especulações foi, finalmente, possível confirmar a identidade de Mona Lisa, a mais notável e conhecida obra de Leonardo da Vinci. Através da análise de notas escritas datadas de 1503, tornou-se possível afirmar
que o retrato da Gioconda representa Lisa del Giocondo,mulher de Francesco del Giocondo, comerciante de seda de Florença e figura proeminente do governo local.
Esta era já a teoria com maior aceitaçãojunto dos historiadores e especialistas em
arte, sendo que agora foi possível confirmá-la, segundo informou o director da Biblioteca da Universidade alemã deHeidelberg,Veit Probst.
Apontamentos. As referidas notas, escritas por um funcionário florentino,Agostino
Vespicci, nas páginas de um incunábulo conservado naquela biblioteca,permitem
assegurar a identidade de Mona Lisa, lê-se num comunicado daquela instituição.
Ainda segundo o documento,as anotações, descobertas pelo especialista Armin
Schlecheter, “permitem datar exactamente o quadro” do mestre do Renascimento e
“confirmam definitivamente” a tese antiga no mesmo sentido.
O italiano Giorgio Vasari (151-1574)era “até agora a única fonte a ter dado um nome”
à figura do retrato, precisamente o de Lisa del Giocondo, num livro que teve publicação no ano de 1550.
Pequenatela.O comunicado da Biblioteca de Heidelberg refere também que “Da Vinci nunca fez qualquer referência a Mona Lisa nas suas notas e desenhos”. De qualquer
forma, esta era a teoria com maiores defensores no seio dos amantes e estudiosos
do mais famoso retrato da História da arte: um óleo sobre madeira de álamo de apenas
77 por 53 centímetros,mas que, como nenhum outro,gerou controvérsias e interpretações.
Outra das perspectivas conhecidas acerca da figura feminina de expressão introspectiva e leve sorriso nos lábios é que se trataria de um auto-retrato de Leonardo da Vinci, havendo ainda quem defendesse que aquela figura era de Isabel de
Aragão, duquesa de Milão.- Publicado no Meia-Hora, hoje.
Estou muito mais descansado. Mas sobre o sorriso, ainda não estamos convencidos, pois não????

Porque não pensaram nisto há mais tempo?????





quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

A Ginginha reabre amanhã....'bora lá beber uma ginginha, com ela



O ‘mítico’ estabelecimento da nossa Lisboa e que faz parte da história da Baixa Pombalina, vai reabrir amanhã, depois de ter fechado a porta a 27 de Novembro por imposição da ASAE. Lá, a ginginha tem mais "alma" e um sabor único. Não deixemos que acabem com o que é típico da nossa Lisboa...Para mim. com ela se faz favor..

Alda Lara...uma poetisa da minha outra Pátria...

"Quadras da minha solidão"

Fica longe o sol que vi,
aquecer meu corpo outrora...
Como é breve o sol daqui!
E como é longa esta hora...

Donde estou vejo partir
quem parte certo e feliz.
Só eu fico. E sonho ir,
rumo ao sol do meu país...

Por isso as asas dormentes,
suspiram por outro céu.
Mas ai delas! tão doentes,
não podem voar mais eu...

que comigo, preso a mim,
tudo quanto sei de cor...
Chamem-lhe nomes sem fim,
por todos responde a dor.

Mas dor de quê? dor de quem,
se nada tenho a sofrer?...
Saudade?...Amor?...Sei lá bem!
É qualquer coisa a morrer...

E assim, no pulso dos dias,
sinto chegar outro Outono...
passam as horas esguias,
levando o meu abandono...

Alda Ferreira Pires Barreto de Lara Albuquerque nasceu em Benguela, Angola, a 9 de Junho de 1930, e faleceu em Cambambe, Angola, a 30 de Janeiro de 1962. Era casada com o escritor Orlando Albuquerque. Muito nova veio para Lisboa onde concluiu o 7º ano dos liceus. Frequentou as Faculdades de Medicina de Lisboa e Coimbra, formando-se por esta última com a apresentação da tese de licenciatura sobre psiquiatria infantil. Em Lisboa esteve ligada a algumas das actividades da Casa dos Estudantes do Império. Declamadora, chamou a atenção para os poetas africanos, que então quase ninguém conhecia. Depois da sua morte, a Câmara Municipal de Sá da Bandeira (actual Lubango) instituíu o Prémio Alda Lara para poesia. Orlando Albuquerque propôs-se editar-lhe postumamente toda a obra e nesse caminho reuniu e publicou já um volume de poesias e um caderno de contos. Colaborou em alguns jornais ou revistas, incluindo a Mensagem (CEI). Figura em: Antologia de poesias angolanas, Nova Lisboa, 1958; amostra de poesia in Estudos Ultramarinos, nº 3, Lisboa1959; Antologia da terra portuguesa - Angola, Lisboa, s/d (1961?); Poetas angolanos, Lisboa, 1962; Poetas e contistas africanos, S.Paulo, 1963; Mákua 2 - antologia poética, Sá da Bandeira, 1963; Mákua 3, idem; Antologia poética angolana, Sá da Bandeira, 1963; Contos portugueses do ultramar - Angola, 2º vol, Porto, 1969. Livros póstumos: Poemas, Sá da Bandeira, 1966; Tempo de chuva, 1973.

Saudades do Mussulo....



Mussulo, onde corria para o mar sem pestanejar e saboreava as águas quentes da contra-costa, onde as areias brancas e finas reflectiam a luz da deusa Kianda e o vento sussurava palavras doces, que o sol aquecia, fosse noite fosse dia...

Como se chamará o futuro aeroporto de Lisboa?? Já há apostas.....





terça-feira, 15 de janeiro de 2008

Ainda a proibição de fumar nos espaços interiores...



Cliente no smoking point de um restaurante em Goslar, na Alemanha, depois de a lei ter interdito totalmente o fumo nos restaurantes da Baixa Saxónia. Fumador sofre....

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

Este país só me põe bem disposto.....uma maravilha, é só alegrias



Estamos na vanguarda da investigação genética....somos os maiores. Que o mundo tome bem nota disto...