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Um poder judicial activo, actuante, dinâmico e profícuo, que garanta, em tempo, a aplicação da lei e assim satisfaça os direitos individuais e colectivos, abafa e secundariza o chamado quarto poder, transformando a especulação em facto concreto e a ideia em realidade palpável. Ou seja, a aplicação do princípio da celeridade processual transforma-se na guilhotina da tagarelice mediática e hollywoodesca. Mas hoje é domingo, descansemos pois!
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