domingo, 14 de dezembro de 2008
"Saramago resumiu magistralmente a alma e manha de uma classe de patrões e gestores portugueses que têm uma visão muito particular dos negócios: os lucros, o Mercedes e os salários de cinco ou seis dígitos ficam por sua conta; o risco fica por conta do Estado (ou seja, de todos nós, contribuintes). " Leia mais aqui (no "DN") vale a pena (artigo de Jorge Fiel, jornalista).
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